O problema que este módulo resolve
No banco, a carteira chegava pronta e o telefone tocava do outro lado sabendo quem estava ligando. Fora dele, a lista começa vazia e cada contato precisa justificar a própria existência. A maioria dos profissionais em transição trava exatamente aqui — não por falta de técnica, mas porque a técnica que tinham pressupunha uma marca por trás.
A carteira era entregue no primeiro dia de trabalho.
A carteira precisa ser construída a partir da rede que você já tem.
O cliente atendia porque reconhecia o nome do banco.
O cliente atende porque alguém em quem ele confia te apresentou.
A meta definia quem você ligava naquele mês.
Você define quem procurar — e essa escolha determina seu mês.
O que você aprenderá
- Mapeamento da rede que você já possui: ex-clientes, colegas, fornecedores, contadores e prestadores
- Classificação da base por potencial real, e não por proximidade afetiva
- A diferença entre pedir indicação e pedir apresentação — e por que a segunda converte muito mais
- Roteiro de primeiro contato que abre conversa sem parecer oferta
- O contador como porta de entrada em empresas: como construir essa relação
- Cadência de contato realista para quem trabalha sozinho e não pode prospectar todos os dias
- O que fazer com quem disse não: por que a maior parte da carteira nasce de um "agora não"
O que você leva pronto
Uma lista de cem nomes classificada por potencial e um roteiro de abordagem adaptado para telefone, mensagem e encontro presencial.
Para quem é indicado
- Bancários em transição para a atuação autônoma
- Personal bankers no início da construção da carteira
- Correspondentes e consultores que dependem de indicação e querem previsibilidade
Formato e disponibilidade
Datas, carga horária, modalidade, investimento e condições de participação serão informados conforme a abertura de novas turmas. Para escritórios, correspondentes e equipes, a J2A pode avaliar uma versão personalizada do conteúdo.